segunda-feira, 24 de junho de 2019

Fim de semestre!!!  E vou falar um pouqinho do que aprendemos:

Foram meses de muitos aprendizados, muitos temas de diversas abordagens na nossa areá, podemos aprender um pouco de cada abordagens e diversas curiosidades no nosso mundo de Psicologias.
Foi um experiencia incrível, cada trabalho, cada dedicação que podemos vivenciar, a aulas nos trouxeram muito aprendizado mas, alem disso trouxeram muitas reflexões sobre a nossa sociedade, nossas diversidades  e sobre as diferentes áreas de atuação trabalho.

Concluímos mais um semestre, nossos estudos na matéria Psicologias, onde nosso objeto de estudo foi o livro Psicologias da autora Ana Mercês Bahia Bock, que inclusive tivemos o prazer de conhecer na palestra da semana da Saúde Mental, como vocês podem ver nas postagens anteriores.


                                        Resultado de imagem para cerebro satisfeito


Até a próxima galerinha, forte abraço a todos!!!



Conheça quais são as áreas da Psicologia

Pois saiba que as possibilidades de trabalho vão muito além da área clínica. Veja algumas delas: 
  1. Psicologia Clínica
  2. Psicologia do Esporte
  3. Psicologia do Trânsito
  4. Psicologia Escolar/Educacional
  5. Psicologia Hospitalar
  6. Psicologia Jurídica
  7. Psicologia Organizacional e do Trabalho
  8. Psicologia Social
  9. Psicomotricidade
  10. Psicopedagogia
  11. Neuropsicologia


Quais são as áreas da Psicologia:



Psicologia educacional: Ajudar pais, professores e alunos a solucionar problemas de aprendizagem. Colaborar na elaboração de programas educacionais em creches e escolas.
Psicologia hospitalar e da saúde:Atender pacientes hospitalizados e seus familiares. Ao lado de outros profissionais, como médicos, colaborar na assistência à saúde, fortalecendo pacientes e familiares para a recuperação da saúde física e mental.
Psicologia esportiva: Orientar atletas e prepará-los emocionalmente para atividades esportivas e competições. Maximizar o seu rendimento e promover a harmonia entre os membros de equipes e times.

Psicologia organizacional e do trabalho: Selecionar funcionários para empresas. Promover relações saudáveis entre os trabalhadores. Orientar carreiras e colaborar em programas de reestruturação do trabalho.
Psicologia social: Atuar em penitenciárias, asilos e centros de atendimento a crianças e adolescentes. Elaborar programas e pesquisas sobre a saúde mental da população.
Psicologia do trânsito:Tratar problemas relacionados ao trânsito, realizar avaliação psicológica em condutores e futuros motoristas e desenvolver ações socioeducativas com condutores infratores, entre outros.
Comportamento do consumidor: Estudar o comportamento de determinado grupo de consumidores, para orientar o marketing de empresas privadas e agências de publicidade.
Orientação profissional: Orientar estudantes na escolha do curso e da profissão a seguir, por meio de trabalho individual ou em grupo, com a utilização de técnicas de autoconhecimento e informações sobre as profissões.
Acompanhamento terapêutico: Acompanhar crianças ou adultos com necessidades especiais em atividades diversas, a fim de proporcionar maior autonomia e inserção social.
Neuropsicologia: Atuar no diagnóstico, no acompanhamento, no tratamento e na pesquisa da cognição, das emoções, da personalidade e do comportamento sob o enfoque da relação entre esses aspectos e o funcionamento cerebral.

sexta-feira, 7 de junho de 2019



Psicologia em Construção



Olá Pessoas !! Já ouviram falar em Psicologia em Construção? Não? Então vamos descendo a tela e adquirir mais um conhecimento 😉😊



A psicologia sócio-histórica surgiu no início do século XX, na União Soviética e tornou-se uma alternativa na Psicologia atual. Ela toma como base a psicologia de Vygotsky, que admirava Marx e era oposto a Freud. Essa teoria tem como meta a superação de algumas certezas que a Psicologia produziu desde Wundt. 


                               
                                O psicólogo bielo-russo Lev Vygotsky
Os sócio-históricos defendiam que a consciência do ser humano é ativo e que tudo tem haver com a cultura. Portanto o ser humano não é uma essência, mas tem uma condição sócio-histórica que o forma como pessoa. Ex: a língua é coletiva, mas se manifesta individualmente. Pois a cultura estimula e formata uma coisa que você já tem, por exemplo a língua, mas não cria. Com isso fica evidenciado o que o Professor Francisco Formigli disse “ O pessoal das ciências humanas, não valorizavam a biologia”, para eles os fatores sociais que são os principais formadores do ser humano.
Segundo a teoria o trabalho que fundamenta o ser humano, por ele ser realizado em coletividade de humanos. Buscando agilizar o trabalho os homens criaram a ferramenta e foram inventando coisas de forma subjetiva, daí a diferença cultural dos povos. A cultura é a melhor expressão do avanço da comunidade, porém ela não é exclusivamente humana, experimentos com os pássaros demonstram que as soluções não foram ensinadas, mas “condicionadas”. Devido a essa diversidade cultural vale salientar que, a psicologia sócio-histórica é voltada para estudar os humanos do século XXI da chamada sociedade ocidental.

Para a psicologia sócio-histórica, sujeito e mundo são criados no mesmo processo. Ao transformar o mundo, o sujeito (ser humano) estará se constituindo e ao mesmo tempo construindo o mundo à sua volta. Podemos então falar de subjetividade individual, que é o sentido que atribuímos ao mundo, e de subjetividade social, pela qual é constituída a sociedade, sendo seu instrumento básico a linguagem.

Categorias de análise da psicologia sócio-histórica

Categorias básicas do psiquismo:

Atividade: A partir dela os humanos criam a relação fundamental que permitirá todo o processo de transformação do mundo e de si mesmo.
Consciência: É um reflexo modificado da realidade objetiva vivida pelos sujeitos. É razão, emoção e ação.
Identidade: Refere-se à organização que o sujeito faz sobre si mesmo, permitindo ao sujeito saber-se único.
Linguagem: Instrumento importante para a nossa expressão e para formar nossa consciência.
Relações sociais: É muito importante, pois os vínculos que se constituem vão permitir determinadas experiências. Em nossas vivências a afetividade faz com que nossos registros sejam emocionados. Além disso, através das relações sociais se formam o sentido, apesar dele ser algo individual.

É isso pessoal, super resumidinho pra facilitar a aprendizagem 😉 Espero que tenham gostado!! Até mais ❣️
Olá Galerinha!!! Xandy aqui, como vocês estão? Espero que estejam todos bem. ❤️
Hoje vamos falar sobre a Psicologia Existencial Humanista, mais uma abordagem da psicologia bem interessante.




   Psicologia Existencial Humanista



De forte influência existencial e fenomenológica, a Psicologia Humanista busca conhecer o ser humano, tentando humanizar seu aparelho psíquico, contrariando assim, a visão do homem como um ser condicionado pelo mundo externo. No existencialismo, o ser humano é visto como ponto de partida dos processos de reflexão e na fenomenologia, esse ser humano tem consciência do mundo que o cerca, dos fenômenos e da sua experiência consciente.
A maior contribuição dessa nova linha psicológica é a da experiência consciente, a crença na integralidade entre a natureza e a conduta do ser humano, no livre arbítrio, espontaneidade e poder criativo do indivíduo.
A realidade, para a Psicologia Humanista, deve ser exposta à temporalidade, deve ser fluída e não estática, permitindo que ao indivíduo a perspectiva de sua totalidade, desmistificando a idéia de uma realidade pura, confrontando-a com outras realidades. A integração entre o indivíduo e o mundo, permite que ele sinta a realidade presente, libertando-se das exigências do passado e do futuro.


Surgimento


A Psicologia Humanista surgiu na década de 50 e ganhou força nos anos 60 e 70, como uma reação às idéias de análise apenas do comportamento, defendida pelo Behaviorismo e do enfoque no inconsciente e seu determinismo, defendido pela Psicanálise.
A grande divergência com o Behaviorismo é que o Humanismo não aceita a idéia do ser humano como máquina ou animal, sujeitos aos processos de condicionamento. Já em relação à Psicanálise, a reação foi à ênfase dada no inconsciente, nas questões biológicas e eventos passados, nas neuroses, psicoses e na divisão do seu humano em compartimentos.



Um músico deve fazer música, um artista deve pintar, um poeta deve escrever. O que um homem pode ser, ele deve ser”.
-Abraham Maslow –


Um dos principais teóricos da Psicologia Humanista foi Abraham Maslow (1908-1970), americano, considerado o pai espiritual do movimento humanista, acreditava na tendência individual da pessoa para se tornar auto-realizadora, sendo este o nível mais alto da existência humana. Maslow criou uma escala de necessidades a serem satisfeitas e, a cada conquista, nova necessidade se apresentava. Isso faria com que o indivíduo fosse buscando sua auto-realização, pelas sucessivas necessidades satisfeitas, conforme a pirâmide abaixo:






Outro grande teórico da Psicologia Humanista foi Carl Rogers (1902-1987), americano, que baseou seu trabalho no indivíduo. Sua visão humanista surgiu através do tratamento de pessoas emocionalmente perturbadas. Ele trabalhou com um conceito semelhante ao de Maslow, a que deu o nome de tendência atualizante, que é a tendência inata de cada pessoa atualizar suas capacidades e potenciais.
Defendeu, também, a ideia de autoconceito como um padrão organizado e consciente das características de cada um desde a infância que, à medida que novas experiências surgem, esses conceitos podem ser substituídos ou reforçados. Para ele, a capacidade do indivíduo de modificar consciente e racionalmente seus pensamentos e comportamentos, fornece a base para a formação de sua personalidade.
Para Rogers, os indivíduos bem ajustados psicologicamente têm autoconceitos realistas e a angústia psicológica é advinda da desarmonia entre o autoconceito real (o que se é de fato) e o ideal para si (o que se deseja ser). Ele acreditava que o sujeito deveria dar a direção e o conteúdo do tratamento psicológico, por ter ele suficientes recursos de autoentendimento para mudar seus conceitos. A terapia centrada na pessoa e não em teorias, nasceu dessa ideia.




As críticas a essa abordagem centrada na pessoa residem no fato de que indivíduos com distúrbios mais graves, não teriam suporte emocional suficiente para um autoconhecimento e modificação de conceitos. Porém, mesmo com essa deficiência, a abordagem centrada na pessoa, possui muitos adeptos, por valorizar as pessoas, adaptando as teorias a elas e não elas a teoria.

É isso pessoal, espero que tenham aprendido mais um pouquinho sobre o fascinante mundo da psicologia 😉  fiquem ligados para as próximas atualizações do blog 😸💫 Abraços !!


Referências: https://www.infoescola.com/psicologia/psicologia-humanista/

                         PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO






As novas concepções de atuação profissional que enfatizam a prevenção e a promoção de saúde fazem com que profissionais de várias áreas busquem na Psicologia do Desenvolvimento subsídios teóricos e metodológicos para sua prática profissional. São os desafios do século XXI!

O que está em questão é o desenvolvimento harmônico do indivíduo, que integra não apenas um aspecto, mas todas as dimensões do desenvolvimento humano sejam elas: biológicas, cognitivas, afetivas ou sociais. Assim, é preciso que se entenda como as questões pertinentes ao desenvolvimento humano foram tratadas no passado, como elas evoluíram para que possamos tomar decisões a respeito de perspectivas futuras.

O desenvolvimento humano envolve o estudo de variáveis afetivas, cognitivas, sociais e biológicas em todo ciclo da vida. Desta forma faz interface com diversas áreas do conhecimento como: a biologia, antropologia, sociologia, educação, medicina entre outras. Tradicionalmente o estudo do desenvolvimento humano focou o estudo da criança e do adolescente, ainda hoje muitos dos manuais de psicologia do desenvolvimento abordam apenas esta etapa da vida dos indivíduos.

Ao ampliar o escopo de estudo do desenvolvimento humano, para além da infância e adolescência, a psicologia do desenvolvimento acaba por fazer interface também com outras áreas da psicologia. Só para citar algumas áreas temos: a psicologia social, personalidade, educacional, cognitiva. Assim surge a necessidade de se delimitar esse campo de atuação, definindo o que há de específico a psicologia do desenvolvimento humano. 

Dizer que ao longo do tempo mudanças ocorrem na vida dos indivíduos não nos esclarece sobre as importantes questões que permeiam a vida humana. O tempo é apenas uma escala, não é uma variável psicológica. Portanto, é preciso entender como as condições internas e externas ao indivíduo afetam e promovem essas mudanças.

As mudanças no desenvolvimento são adaptativas, sistemáticas e organizadas, e refletem essas situações internas e externas ao indivíduo que tem que se adaptar a um mundo em que as mudanças são constantes.

Teorias contemporâneas do desenvolvimento aceitam que as mudanças são mais marcadas em períodos de transição rápida, mas mudanças ocorrem ao longo de toda a vida do indivíduo. Portanto, é preciso se ampliar o escopo do entendimento do que é o estudo do desenvolvimento humano.

Através da identificação dos fatores que afetam o desenvolvimento humano podemos pensar sobre trabalhos de intervenção mais eficazes, que levem a um desenvolvimento harmônico do indivíduo. Sendo assim, os conhecimentos gerados por essa área da psicologia trazem grandes contribuições para os trabalhos de prevenção e promoção de saúde. Aqui a concepção de saúde adquire uma perspectiva mais ampla e engloba os diversos contextos que fazem parte da vida dos indivíduos (escola, trabalho, família). 

                                PSICOLOGIA COMO PROFISSÃO








Que profissão é essa?
  • A psicologia no Brasil é uma profissão reconhecida por lei – Lei 4.119, de 1962.
  • São psicólogos habilitados ao exercício profissional aqueles que concluem um curso de graduação em psicologia e se registram no CRP.
  • Segundo essa lei, é privativo do psicólogo o uso de métodos e técnicas da psicologia para fins de diagnóstico psicológico, orientação e seleção profissional, orientação psicopedagógica e solução de problemas de ajustamento.
Que profissão é essa?
  • Até a regulamentação da psicologia como profissão, a Psicologia Organizacional e a Escolar já contavam com três décadas de aplicação. A Psicologia Clínica era incipiente. Esta passa a ser privilegiada após a regulamentação.
O psicólogo não adivinha nada
  • O psicólogo não tem bola de cristal nem é bruxo da sociedade contemporânea. Ele possui um conjunto de técnicas e de conhecimentos que lhe possibilitam compreender o que o outro diz, as expressões e gestos que faz, integrando tudo em um quadro de análise que busca descobrir as razões dos atos, dos pensamentos, dos desejos, das emoções.
  • O psicólogo possui instrumentos teóricos para desvendar o que está implícito, encoberto, não aparente.
A psicologia e o conhecimento de si
  • A psicologia permite que tenhamos um conhecimento abrangente sobre o homem: suas emoções, sentimentos, seu comportamento. Sabemos sobre o seu desenvolvimento e suas formas de aprender. Conhecemos suas inquietações, vivências, angústias e alegrias.
  • Os conhecimentos científicos, construídos pelo homem, estão voltados para ele. O aprendizado dos conhecimentos científicos possibilita sempre um melhor conhecimento sobre a vida humana.
  • Todos os conhecimentos permitem um saber sobre o mundo e, portanto, aumentam seu conhecimento sobre você si mesmo.
O psicólogo é diferente de um bom amigo
  • A psicologia ao longo da sua história como ciência, criou teorias explicativas da realidade psicológica, ou descritivas do comportamento, bem como métodos e técnicas próprias de investigação da vida psicológica e do comportamento humano (testes, entrevistas, observação, etc).
  • Com a coleta e análise dos dados (conforme o modelo de explicação adotado), o psicólogo planeja sua intervenção: psicoterapia, treinamento, orientação, no sentido de curar ou promover a saúde.
Psicologia e Psiquiatria
  • Psicologia e psiquiatria se fundam em campos de preocupações diferentes. Enquanto a psiquiatria se constitui como um saber da doença mental ou psicológica, a psicologia tornou-se um saber sobre o funcionamento mental ou psicológico.
  • Sigmund Freud contribuiu para uma aproximação entre essas duas áreas quando afirmou que “o que difere o normal do patológico é uma questão de grau e não de natureza”.
  • Na década de 50, com o desenvolvimento da psicofarmacologia e conseqüente retomada das bases biológicas e orgânicas da psiquiatria, novamente as duas ciências de afastam.
Psicologia e Psiquiatria
  • Psicologia e psiquiatria se aproximam no que diz respeito às intervenções junto aos processos patológicos da subjetividade humana.
  • No entanto, quando entramos no campo da normalidade, os psicólogos estão mais próximos dos assistentes sociais, pedagogos, administradores, sociólogos, etc.
  • Portanto, quando se trata de promover a saúde, novamente ela se afasta da psiquiatria.
Finalidade do trabalho psicológico
  • O psicólogo como profissional que promove saúde.
  • Saúde é o “estado de bem-estar físico, mental e social”.
  • Ao falarmos de saúde, portanto, estamos falando de um conjunto de condições, criadas coletivamente, que permitem a continuidade da própria sociedade (alimentação, educação, lazer, vida social, etc).
  • O psicólogo tem seu trabalho relacionado às condições gerais de vida de uma sociedade, embora sua ênfase recaia sobre a subjetividade dos indivíduos.
Finalidade do trabalho psicológico
  • O compromisso do psicólogo com a promoção da saúde, no entanto, não o impedirá de intervir quando se defrontar com a doença e a necessidade da cura.
  • A saúde mental do indivíduo está diretamente relacionada às condições materiais de vida, pois a miséria material (fome, falta de habitação, desemprego, analfabetismo, mortalidade infantil, etc) prejudica o desenvolvimento do indivíduo.
  • O psicólogo trabalha para promover a saúde; trabalha para que as pessoas desenvolvam uma compreensão cada vez maior de sua inserção nas relações sociais e de sua constituição histórica e social enquanto ser humano.
Áreas de atuação do psicólogo
  • Nos consultórios, clínicas, hospitais, ambulatórios e centros de saúde o psicólogo atua para promover saúde. Quando a doença está presente, merece intervenção terapêutica (diagnóstico, intervenção, avaliação). Nesse campo utilizam-se testes, entrevistas e psicoterapias. É o campo da psicologia clínica.
  • Nas escolas ou instituições educacionais (creches, orfanatos, etc) o processo pedagógico vai ser colocado como realidade principal.
  • Quando pensamos em promover saúde intervindo nas relações de trabalho (empresas, indústrias, escola, hospital, etc) estamos no campo da psicologia organizacional
Áreas de atuação do psicólogo
  • Não há uma psicologia clínica, outra escolar, e ainda outra organizacional, mas há a Psicologia, como corpo de conhecimento científico, que é aplicada a processos individuais ou a relações entre pessoas, nas escolas, nas indústrias e nas clínicas, assim como hospitais, presídios, orfanatos, ambulatórios, centros de saúde, etc.
  • No entanto, cada um desses campos na medida em que se desenvolve, produz teorias próprias que auxiliam na intervenção que o psicólogo faz.
  • O psicólogo pode ainda se dedicar ao magistério de ensino superior e à pesquisa.
  • Mais recentemente, o psicólogo tem sido requisitado para trabalhar junto ao marketing, esporte, justiça, presídios, trânsito, planejamento urbano, etc.
Áreas de atuação do psicólogo
  • A intervenção do psicólogo não independe de outras ciências, conhecimentos que serão buscados dependendo da área em que o psicólogo atua.
  • Cada vez mais também os psicólogos compõem equipes multiprofissionais afim de se ter uma compreensão globalizada do fenômeno que se busca conhecer para intervir.