segunda-feira, 24 de junho de 2019

Fim de semestre!!!  E vou falar um pouqinho do que aprendemos:

Foram meses de muitos aprendizados, muitos temas de diversas abordagens na nossa areá, podemos aprender um pouco de cada abordagens e diversas curiosidades no nosso mundo de Psicologias.
Foi um experiencia incrível, cada trabalho, cada dedicação que podemos vivenciar, a aulas nos trouxeram muito aprendizado mas, alem disso trouxeram muitas reflexões sobre a nossa sociedade, nossas diversidades  e sobre as diferentes áreas de atuação trabalho.

Concluímos mais um semestre, nossos estudos na matéria Psicologias, onde nosso objeto de estudo foi o livro Psicologias da autora Ana Mercês Bahia Bock, que inclusive tivemos o prazer de conhecer na palestra da semana da Saúde Mental, como vocês podem ver nas postagens anteriores.


                                        Resultado de imagem para cerebro satisfeito


Até a próxima galerinha, forte abraço a todos!!!



Conheça quais são as áreas da Psicologia

Pois saiba que as possibilidades de trabalho vão muito além da área clínica. Veja algumas delas: 
  1. Psicologia Clínica
  2. Psicologia do Esporte
  3. Psicologia do Trânsito
  4. Psicologia Escolar/Educacional
  5. Psicologia Hospitalar
  6. Psicologia Jurídica
  7. Psicologia Organizacional e do Trabalho
  8. Psicologia Social
  9. Psicomotricidade
  10. Psicopedagogia
  11. Neuropsicologia


Quais são as áreas da Psicologia:



Psicologia educacional: Ajudar pais, professores e alunos a solucionar problemas de aprendizagem. Colaborar na elaboração de programas educacionais em creches e escolas.
Psicologia hospitalar e da saúde:Atender pacientes hospitalizados e seus familiares. Ao lado de outros profissionais, como médicos, colaborar na assistência à saúde, fortalecendo pacientes e familiares para a recuperação da saúde física e mental.
Psicologia esportiva: Orientar atletas e prepará-los emocionalmente para atividades esportivas e competições. Maximizar o seu rendimento e promover a harmonia entre os membros de equipes e times.

Psicologia organizacional e do trabalho: Selecionar funcionários para empresas. Promover relações saudáveis entre os trabalhadores. Orientar carreiras e colaborar em programas de reestruturação do trabalho.
Psicologia social: Atuar em penitenciárias, asilos e centros de atendimento a crianças e adolescentes. Elaborar programas e pesquisas sobre a saúde mental da população.
Psicologia do trânsito:Tratar problemas relacionados ao trânsito, realizar avaliação psicológica em condutores e futuros motoristas e desenvolver ações socioeducativas com condutores infratores, entre outros.
Comportamento do consumidor: Estudar o comportamento de determinado grupo de consumidores, para orientar o marketing de empresas privadas e agências de publicidade.
Orientação profissional: Orientar estudantes na escolha do curso e da profissão a seguir, por meio de trabalho individual ou em grupo, com a utilização de técnicas de autoconhecimento e informações sobre as profissões.
Acompanhamento terapêutico: Acompanhar crianças ou adultos com necessidades especiais em atividades diversas, a fim de proporcionar maior autonomia e inserção social.
Neuropsicologia: Atuar no diagnóstico, no acompanhamento, no tratamento e na pesquisa da cognição, das emoções, da personalidade e do comportamento sob o enfoque da relação entre esses aspectos e o funcionamento cerebral.

sexta-feira, 7 de junho de 2019



Psicologia em Construção



Olá Pessoas !! Já ouviram falar em Psicologia em Construção? Não? Então vamos descendo a tela e adquirir mais um conhecimento 😉😊



A psicologia sócio-histórica surgiu no início do século XX, na União Soviética e tornou-se uma alternativa na Psicologia atual. Ela toma como base a psicologia de Vygotsky, que admirava Marx e era oposto a Freud. Essa teoria tem como meta a superação de algumas certezas que a Psicologia produziu desde Wundt. 


                               
                                O psicólogo bielo-russo Lev Vygotsky
Os sócio-históricos defendiam que a consciência do ser humano é ativo e que tudo tem haver com a cultura. Portanto o ser humano não é uma essência, mas tem uma condição sócio-histórica que o forma como pessoa. Ex: a língua é coletiva, mas se manifesta individualmente. Pois a cultura estimula e formata uma coisa que você já tem, por exemplo a língua, mas não cria. Com isso fica evidenciado o que o Professor Francisco Formigli disse “ O pessoal das ciências humanas, não valorizavam a biologia”, para eles os fatores sociais que são os principais formadores do ser humano.
Segundo a teoria o trabalho que fundamenta o ser humano, por ele ser realizado em coletividade de humanos. Buscando agilizar o trabalho os homens criaram a ferramenta e foram inventando coisas de forma subjetiva, daí a diferença cultural dos povos. A cultura é a melhor expressão do avanço da comunidade, porém ela não é exclusivamente humana, experimentos com os pássaros demonstram que as soluções não foram ensinadas, mas “condicionadas”. Devido a essa diversidade cultural vale salientar que, a psicologia sócio-histórica é voltada para estudar os humanos do século XXI da chamada sociedade ocidental.

Para a psicologia sócio-histórica, sujeito e mundo são criados no mesmo processo. Ao transformar o mundo, o sujeito (ser humano) estará se constituindo e ao mesmo tempo construindo o mundo à sua volta. Podemos então falar de subjetividade individual, que é o sentido que atribuímos ao mundo, e de subjetividade social, pela qual é constituída a sociedade, sendo seu instrumento básico a linguagem.

Categorias de análise da psicologia sócio-histórica

Categorias básicas do psiquismo:

Atividade: A partir dela os humanos criam a relação fundamental que permitirá todo o processo de transformação do mundo e de si mesmo.
Consciência: É um reflexo modificado da realidade objetiva vivida pelos sujeitos. É razão, emoção e ação.
Identidade: Refere-se à organização que o sujeito faz sobre si mesmo, permitindo ao sujeito saber-se único.
Linguagem: Instrumento importante para a nossa expressão e para formar nossa consciência.
Relações sociais: É muito importante, pois os vínculos que se constituem vão permitir determinadas experiências. Em nossas vivências a afetividade faz com que nossos registros sejam emocionados. Além disso, através das relações sociais se formam o sentido, apesar dele ser algo individual.

É isso pessoal, super resumidinho pra facilitar a aprendizagem 😉 Espero que tenham gostado!! Até mais ❣️
Olá Galerinha!!! Xandy aqui, como vocês estão? Espero que estejam todos bem. ❤️
Hoje vamos falar sobre a Psicologia Existencial Humanista, mais uma abordagem da psicologia bem interessante.




   Psicologia Existencial Humanista



De forte influência existencial e fenomenológica, a Psicologia Humanista busca conhecer o ser humano, tentando humanizar seu aparelho psíquico, contrariando assim, a visão do homem como um ser condicionado pelo mundo externo. No existencialismo, o ser humano é visto como ponto de partida dos processos de reflexão e na fenomenologia, esse ser humano tem consciência do mundo que o cerca, dos fenômenos e da sua experiência consciente.
A maior contribuição dessa nova linha psicológica é a da experiência consciente, a crença na integralidade entre a natureza e a conduta do ser humano, no livre arbítrio, espontaneidade e poder criativo do indivíduo.
A realidade, para a Psicologia Humanista, deve ser exposta à temporalidade, deve ser fluída e não estática, permitindo que ao indivíduo a perspectiva de sua totalidade, desmistificando a idéia de uma realidade pura, confrontando-a com outras realidades. A integração entre o indivíduo e o mundo, permite que ele sinta a realidade presente, libertando-se das exigências do passado e do futuro.


Surgimento


A Psicologia Humanista surgiu na década de 50 e ganhou força nos anos 60 e 70, como uma reação às idéias de análise apenas do comportamento, defendida pelo Behaviorismo e do enfoque no inconsciente e seu determinismo, defendido pela Psicanálise.
A grande divergência com o Behaviorismo é que o Humanismo não aceita a idéia do ser humano como máquina ou animal, sujeitos aos processos de condicionamento. Já em relação à Psicanálise, a reação foi à ênfase dada no inconsciente, nas questões biológicas e eventos passados, nas neuroses, psicoses e na divisão do seu humano em compartimentos.



Um músico deve fazer música, um artista deve pintar, um poeta deve escrever. O que um homem pode ser, ele deve ser”.
-Abraham Maslow –


Um dos principais teóricos da Psicologia Humanista foi Abraham Maslow (1908-1970), americano, considerado o pai espiritual do movimento humanista, acreditava na tendência individual da pessoa para se tornar auto-realizadora, sendo este o nível mais alto da existência humana. Maslow criou uma escala de necessidades a serem satisfeitas e, a cada conquista, nova necessidade se apresentava. Isso faria com que o indivíduo fosse buscando sua auto-realização, pelas sucessivas necessidades satisfeitas, conforme a pirâmide abaixo:






Outro grande teórico da Psicologia Humanista foi Carl Rogers (1902-1987), americano, que baseou seu trabalho no indivíduo. Sua visão humanista surgiu através do tratamento de pessoas emocionalmente perturbadas. Ele trabalhou com um conceito semelhante ao de Maslow, a que deu o nome de tendência atualizante, que é a tendência inata de cada pessoa atualizar suas capacidades e potenciais.
Defendeu, também, a ideia de autoconceito como um padrão organizado e consciente das características de cada um desde a infância que, à medida que novas experiências surgem, esses conceitos podem ser substituídos ou reforçados. Para ele, a capacidade do indivíduo de modificar consciente e racionalmente seus pensamentos e comportamentos, fornece a base para a formação de sua personalidade.
Para Rogers, os indivíduos bem ajustados psicologicamente têm autoconceitos realistas e a angústia psicológica é advinda da desarmonia entre o autoconceito real (o que se é de fato) e o ideal para si (o que se deseja ser). Ele acreditava que o sujeito deveria dar a direção e o conteúdo do tratamento psicológico, por ter ele suficientes recursos de autoentendimento para mudar seus conceitos. A terapia centrada na pessoa e não em teorias, nasceu dessa ideia.




As críticas a essa abordagem centrada na pessoa residem no fato de que indivíduos com distúrbios mais graves, não teriam suporte emocional suficiente para um autoconhecimento e modificação de conceitos. Porém, mesmo com essa deficiência, a abordagem centrada na pessoa, possui muitos adeptos, por valorizar as pessoas, adaptando as teorias a elas e não elas a teoria.

É isso pessoal, espero que tenham aprendido mais um pouquinho sobre o fascinante mundo da psicologia 😉  fiquem ligados para as próximas atualizações do blog 😸💫 Abraços !!


Referências: https://www.infoescola.com/psicologia/psicologia-humanista/

                         PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO






As novas concepções de atuação profissional que enfatizam a prevenção e a promoção de saúde fazem com que profissionais de várias áreas busquem na Psicologia do Desenvolvimento subsídios teóricos e metodológicos para sua prática profissional. São os desafios do século XXI!

O que está em questão é o desenvolvimento harmônico do indivíduo, que integra não apenas um aspecto, mas todas as dimensões do desenvolvimento humano sejam elas: biológicas, cognitivas, afetivas ou sociais. Assim, é preciso que se entenda como as questões pertinentes ao desenvolvimento humano foram tratadas no passado, como elas evoluíram para que possamos tomar decisões a respeito de perspectivas futuras.

O desenvolvimento humano envolve o estudo de variáveis afetivas, cognitivas, sociais e biológicas em todo ciclo da vida. Desta forma faz interface com diversas áreas do conhecimento como: a biologia, antropologia, sociologia, educação, medicina entre outras. Tradicionalmente o estudo do desenvolvimento humano focou o estudo da criança e do adolescente, ainda hoje muitos dos manuais de psicologia do desenvolvimento abordam apenas esta etapa da vida dos indivíduos.

Ao ampliar o escopo de estudo do desenvolvimento humano, para além da infância e adolescência, a psicologia do desenvolvimento acaba por fazer interface também com outras áreas da psicologia. Só para citar algumas áreas temos: a psicologia social, personalidade, educacional, cognitiva. Assim surge a necessidade de se delimitar esse campo de atuação, definindo o que há de específico a psicologia do desenvolvimento humano. 

Dizer que ao longo do tempo mudanças ocorrem na vida dos indivíduos não nos esclarece sobre as importantes questões que permeiam a vida humana. O tempo é apenas uma escala, não é uma variável psicológica. Portanto, é preciso entender como as condições internas e externas ao indivíduo afetam e promovem essas mudanças.

As mudanças no desenvolvimento são adaptativas, sistemáticas e organizadas, e refletem essas situações internas e externas ao indivíduo que tem que se adaptar a um mundo em que as mudanças são constantes.

Teorias contemporâneas do desenvolvimento aceitam que as mudanças são mais marcadas em períodos de transição rápida, mas mudanças ocorrem ao longo de toda a vida do indivíduo. Portanto, é preciso se ampliar o escopo do entendimento do que é o estudo do desenvolvimento humano.

Através da identificação dos fatores que afetam o desenvolvimento humano podemos pensar sobre trabalhos de intervenção mais eficazes, que levem a um desenvolvimento harmônico do indivíduo. Sendo assim, os conhecimentos gerados por essa área da psicologia trazem grandes contribuições para os trabalhos de prevenção e promoção de saúde. Aqui a concepção de saúde adquire uma perspectiva mais ampla e engloba os diversos contextos que fazem parte da vida dos indivíduos (escola, trabalho, família). 

                                PSICOLOGIA COMO PROFISSÃO








Que profissão é essa?
  • A psicologia no Brasil é uma profissão reconhecida por lei – Lei 4.119, de 1962.
  • São psicólogos habilitados ao exercício profissional aqueles que concluem um curso de graduação em psicologia e se registram no CRP.
  • Segundo essa lei, é privativo do psicólogo o uso de métodos e técnicas da psicologia para fins de diagnóstico psicológico, orientação e seleção profissional, orientação psicopedagógica e solução de problemas de ajustamento.
Que profissão é essa?
  • Até a regulamentação da psicologia como profissão, a Psicologia Organizacional e a Escolar já contavam com três décadas de aplicação. A Psicologia Clínica era incipiente. Esta passa a ser privilegiada após a regulamentação.
O psicólogo não adivinha nada
  • O psicólogo não tem bola de cristal nem é bruxo da sociedade contemporânea. Ele possui um conjunto de técnicas e de conhecimentos que lhe possibilitam compreender o que o outro diz, as expressões e gestos que faz, integrando tudo em um quadro de análise que busca descobrir as razões dos atos, dos pensamentos, dos desejos, das emoções.
  • O psicólogo possui instrumentos teóricos para desvendar o que está implícito, encoberto, não aparente.
A psicologia e o conhecimento de si
  • A psicologia permite que tenhamos um conhecimento abrangente sobre o homem: suas emoções, sentimentos, seu comportamento. Sabemos sobre o seu desenvolvimento e suas formas de aprender. Conhecemos suas inquietações, vivências, angústias e alegrias.
  • Os conhecimentos científicos, construídos pelo homem, estão voltados para ele. O aprendizado dos conhecimentos científicos possibilita sempre um melhor conhecimento sobre a vida humana.
  • Todos os conhecimentos permitem um saber sobre o mundo e, portanto, aumentam seu conhecimento sobre você si mesmo.
O psicólogo é diferente de um bom amigo
  • A psicologia ao longo da sua história como ciência, criou teorias explicativas da realidade psicológica, ou descritivas do comportamento, bem como métodos e técnicas próprias de investigação da vida psicológica e do comportamento humano (testes, entrevistas, observação, etc).
  • Com a coleta e análise dos dados (conforme o modelo de explicação adotado), o psicólogo planeja sua intervenção: psicoterapia, treinamento, orientação, no sentido de curar ou promover a saúde.
Psicologia e Psiquiatria
  • Psicologia e psiquiatria se fundam em campos de preocupações diferentes. Enquanto a psiquiatria se constitui como um saber da doença mental ou psicológica, a psicologia tornou-se um saber sobre o funcionamento mental ou psicológico.
  • Sigmund Freud contribuiu para uma aproximação entre essas duas áreas quando afirmou que “o que difere o normal do patológico é uma questão de grau e não de natureza”.
  • Na década de 50, com o desenvolvimento da psicofarmacologia e conseqüente retomada das bases biológicas e orgânicas da psiquiatria, novamente as duas ciências de afastam.
Psicologia e Psiquiatria
  • Psicologia e psiquiatria se aproximam no que diz respeito às intervenções junto aos processos patológicos da subjetividade humana.
  • No entanto, quando entramos no campo da normalidade, os psicólogos estão mais próximos dos assistentes sociais, pedagogos, administradores, sociólogos, etc.
  • Portanto, quando se trata de promover a saúde, novamente ela se afasta da psiquiatria.
Finalidade do trabalho psicológico
  • O psicólogo como profissional que promove saúde.
  • Saúde é o “estado de bem-estar físico, mental e social”.
  • Ao falarmos de saúde, portanto, estamos falando de um conjunto de condições, criadas coletivamente, que permitem a continuidade da própria sociedade (alimentação, educação, lazer, vida social, etc).
  • O psicólogo tem seu trabalho relacionado às condições gerais de vida de uma sociedade, embora sua ênfase recaia sobre a subjetividade dos indivíduos.
Finalidade do trabalho psicológico
  • O compromisso do psicólogo com a promoção da saúde, no entanto, não o impedirá de intervir quando se defrontar com a doença e a necessidade da cura.
  • A saúde mental do indivíduo está diretamente relacionada às condições materiais de vida, pois a miséria material (fome, falta de habitação, desemprego, analfabetismo, mortalidade infantil, etc) prejudica o desenvolvimento do indivíduo.
  • O psicólogo trabalha para promover a saúde; trabalha para que as pessoas desenvolvam uma compreensão cada vez maior de sua inserção nas relações sociais e de sua constituição histórica e social enquanto ser humano.
Áreas de atuação do psicólogo
  • Nos consultórios, clínicas, hospitais, ambulatórios e centros de saúde o psicólogo atua para promover saúde. Quando a doença está presente, merece intervenção terapêutica (diagnóstico, intervenção, avaliação). Nesse campo utilizam-se testes, entrevistas e psicoterapias. É o campo da psicologia clínica.
  • Nas escolas ou instituições educacionais (creches, orfanatos, etc) o processo pedagógico vai ser colocado como realidade principal.
  • Quando pensamos em promover saúde intervindo nas relações de trabalho (empresas, indústrias, escola, hospital, etc) estamos no campo da psicologia organizacional
Áreas de atuação do psicólogo
  • Não há uma psicologia clínica, outra escolar, e ainda outra organizacional, mas há a Psicologia, como corpo de conhecimento científico, que é aplicada a processos individuais ou a relações entre pessoas, nas escolas, nas indústrias e nas clínicas, assim como hospitais, presídios, orfanatos, ambulatórios, centros de saúde, etc.
  • No entanto, cada um desses campos na medida em que se desenvolve, produz teorias próprias que auxiliam na intervenção que o psicólogo faz.
  • O psicólogo pode ainda se dedicar ao magistério de ensino superior e à pesquisa.
  • Mais recentemente, o psicólogo tem sido requisitado para trabalhar junto ao marketing, esporte, justiça, presídios, trânsito, planejamento urbano, etc.
Áreas de atuação do psicólogo
  • A intervenção do psicólogo não independe de outras ciências, conhecimentos que serão buscados dependendo da área em que o psicólogo atua.
  • Cada vez mais também os psicólogos compõem equipes multiprofissionais afim de se ter uma compreensão globalizada do fenômeno que se busca conhecer para intervir.


quarta-feira, 22 de maio de 2019

Boa tarde galerinha! Aqui é Fernanda Abreu

E hoje estamos com mais um super assunto! 

Hoje Iremos conhecer um pouquinho do nosso famoso Jung, ou melhor  Carl Gustav Jung




Quem Foi Carl Gustav Jung – História, Abordagens e Legado


Nascido em 26 de julho de 1875, Carl Jung foi o psiquiatra suíço responsável por fundar a psicologia analítica, que explora a importância da psique individual e sua busca pela totalidade. Jung ajudou a popularizar termos comuns da psicologia, como “arquétipo”, o significado de “ego” e a existência de um “inconsciente coletivo”. Seu trabalho influenciou vários campos além da psicologia, como a antropologia, filosofia e teologia.
 (Foto: Reprodução)
Como pesquisador em um hospital psiquiátrico na Suíça, Jung chamou a atenção de Sigmund Freud, fundador da psicanálise, e vários conceitos desenvolvidos pelos dois apresentam semelhanças, embora eles não tenham chegado a trabalhar juntos. Conheça as conclusões mais notáveis observadas por ele:
Nenhum indivíduo é totalmente introvertido ou extrovertido
Em Tipos Psicológicos, um de seus livros mais influentes, Jung analisa os padrões da personalidade e comportamento que compõem as singularidades de um indivíduo. Para o psiquiatra, todas essas características são resultado da maneira única como cada pessoa opta por utilizar suas capacidades mentais.
Como exemplo, Jung afirma que existem duas “atitudes” opostas, conhecidas como extroversão e introversão: cada indivíduo parece dividir sua energia entre o mundo externo e interno, em diferentes escalas. O introvertido se sente mais confortável com seus próprios pensamentos e sentimentos enquanto o extrovertido se sente “em casa” quando lida com outras pessoas e objetos, além de prestar mais atenção sobre seu impacto diante do mundo — introvertidos, por sua vez, costumam observar como o mundo ao seu redor os afeta. Jung foi um dos principais estudiosos sobre esse traço de personalidade e ajudou a popularizar o conceito.
Todas as pessoas carregam quatro funções cognitivas principais
Ao contribuir com sua teoria sobre “tipos” psicológicos, Jung também mostrou que pessoas pensam, sentem e experimentam o mundo de maneiras distintas. Ele identificou quatro funções psicológicas fundamentais: a sensação, pensamento, sentimento e intuição. Cada uma delas pode operar tanto através do indivíduo introvertido como do extrovertido. Normalmente, apenas uma dessas características é mais dominante — a chamada “função superior”. As demais funções são mantidas no inconsciente, menos notáveis e desenvolvidas.
Em poucas palavras, devemos ter uma função que indique algo que existe — a sensação —, outra, o pensamento, estabelece o que isso significa; a terceira declara se aquilo nos convém e se queremos aceitar essa coisa ou não — o “sentir” — e a última, a intuição, serve como uma percepção inconsciente das coisas, indicando “de onde vieram e para onde estão indo”.
Seres da mesma espécie compartilham semelhanças em suas “mentes inconscientes”
Segundo Jung, nascemos com uma herança psicológica, assim como a herança biológica. As duas são importantes para determinar traços de comportamento: “assim como o corpo humano representa um ‘museu de órgãos’, cada um com um longo período evolutivo por trás dele, devemos esperar que a mente também esteja organizada desta forma”, explicou. O psiquiatra enfatiza que o inconsciente coletivo é o centro de todo aquele material psíquico que não surge a partir da experiência pessoal. Seu conteúdo e imagens parecem ser compartilhados por pessoas de todas as épocas e culturas, enquanto o inconsciente pessoal envolve o passado e memórias de cada indivíduo. O conceito afirma que nossa mente já nasce com uma estrutura capaz de determinar seu desenvolvimento no futuro e sua interação com o meio em que vive.
Os elementos comuns no inconsciente coletivo são chamados de arquétipos, ideias e imagens herdadas para responder ao mundo de certas maneiras. Jung identificou-os ao notar que vários pacientes descreviam sonhos e fantasias que incluíam referências que não poderiam ser rastreadas em seus passados pessoais. O estudioso também observou que muitos desses elementos envolvem figuras e temas religiosos encontrados em diversas culturas e mitologias.
O ego é o centro do consciente humano
Para Jung, o ego é um dos principais arquétipos da personalidade e o centro da consciência. Ele fornece direção às nossas “vidas conscientes” e tenta nos convencer de que devemos sempre planejar e analisar nossas experiências conscientemente. A explicação é parecida com a versão do psicanalista Sigmund Freud: o ego surge do inconsciente e reúne várias memórias e experiências, desenvolvendo assim a verdadeira divisão entre o inconsciente e consciente.
Todo indivíduo assume uma “máscara” sobre o inconsciente coletivo
Outro arquétipo, a persona é a aparência que apresentamos ao mundo, o personagem que assumimos perante a sociedade, incluindo nossos papéis sociais, as roupas que vestimos e a maneira como nos expressamos. Todos os indivíduos passam por essa adaptação, que tem aspectos negativos e positivos. A persona pode ser crucial para o desenvolvimento da personalidade, quando o ego passa a se identificar com o papel que desempenhamos. De acordo com Jung, é comum derrubarmos essa identificação para aprender quem somos de verdade no processo de individualização, mas é possível que as pessoas também passem a acreditar de verdade nessa “máscara” ilusória da persona. Membros de grupos minoritários tendem a ter problemas de identidade causados pelo preconceito cultural e a rejeição social de seus personagens, por exemplo.
“Mesmo uma vida feliz não pode existir sem um pouco de escuridão”
Em entrevista ao jornalista Gordon Young, feita em 1960, Jung observa que a palavra “felicidade” perderia seu significado se não fosse equilibrada por um pouco de tristeza. “É compreensível que busquemos a felicidade e evitemos os momentos de pouca sorte”, explica. “Mesmo assim, a razão nos ensina que essa atitude não é razoável e o melhor seria encarar as coisas conforme elas surgem, com paciência e tranquilidade.”
No Brasil, Jung teve uma conhecida aluna, a doutora Nise da Silveira, fundadora do museu de imagens do inconsciente. Ela escreveu, dentre outros, o livro "Jung: vida e obra", publicado em primeira edição em 1968.
Encontra-se sepultado no Cemitério da Igreja Protestante, em Küsnacht, no cantão de Zurique, na Suíça.





Então está ai um pouco da historia de Jung!


Eu vou nessa um forte abraço a todos e até a próxima  :-)